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Mupis da CDU tornam Lisboa mais bonita !
A CDU lançou os seus novos mupis para Lisboa. Estes vão de encontro a uma das propostas do programa eleitoral para "Viver melhor em Lisboa".Garantir o desenvolvimento da reabilitação urbana, assegurando a manutenção das características dos Bairros.
Nós cá em casa já decidimos. Vamos propor ao condomínio a troca do azulejos do prédio por estes da CDU.
Já podemos todos gritar.
hié, hié, hié, CDU é que é! A nossa propaganda é linda!
Programa Eleitoral da CDU para a Cidade de Lisboa
A candidatura da CDU à cidade de Lisboa apresentou o seu programa eleitoral. Com o lema "Viver melhor em Lisboa", a CDU propõe-se concretizar uma série de medidas para tornar a Cidade de Lisboa numa Cidade de emprego, de produção e onde as novas indústrias e as empresas de áreas inovadoras da produção sejam incentivadas a estabelecer-se, numa cidade moderna, sustentada, desenvolvida, cuidada – o que não tem acontecido nos últimos anos. Fiel aos compromissos que assume com o Povo de Lisboa, a CDU compromete-se a alterar este rumo, na exacta medida das responsabilidades que a população lhe quiser atribuir. CDU é uma das forças desse Progresso para Lisboa. Este Programa Eleitoral é uma porta aberta para as eleitoras / os eleitores de Lisboa, no sentido de se fechar a era do retrocesso e da estagnação e de se entrar decididamente na época do Desenvolvimento.Ler Programa Eleitoral da CDU para a Cidade de Lisboa, em PDF
Música de resistência [1]

Zack de la Rocha e Tom Morello fizeram uma pausa nos #Rage Against the Machine#. O vocalista e guitarrista, respectivamente, não esqueceram, no entanto, a intervenção contra a sociedade capitalista.
Zack de la Rocha junta-se a Jon Theodore, ex-baterista dos “The Mars Volta” e formam #one day as a lion#. Quando já se dizia que os One Day As A Lion vinham confirmar que Zack de la Rocha era responsável por boa parte da criação dos RATM, Tom Morello e Boots Riley, ex-escritor de músicas de intervenção dos #The Coup#, formam os #Street Sweeper Social Club#.
O nome do projecto de Zack pode parecer estranho, mas ele continua a mostrar a veia política que o caracteriza. Ele vem da frase “It’s better to live one day as a lion, than a thousand years as a lamb” ["É melhor viver um dia como um leão que mil anos como um cordeiro"] e foi tirada de uma foto do fotógrafo George Rodriguez que mostra um grafitti feito num violento bairro de Los Angeles.
Os Street Sweeper Social Club, que existem surpreendentemente desde 2006, editaram no dia 16 de Junho o disco de estreia continuando com o funk de Jon Theodore e a mensagem de intervenção que sempre caracterizou Boots Riley.
Episódio interessante quando os The Coup preparavam-se para lançar um CD que tinha na capa as duas torres gémeas do World Trade Center envoltas em chamas. Em primeiro plano apareciam os músicos com um detonador na mão.
A capa do CD dos The Coup tinha sido preparada antes de acontecer a tragédia nos EUA. O grupo tomou a decisão de substituir a capa do CD por uma imagem que não ferisse susceptibilidades.
A decisão foi tomada depois de uma chuva de telefonemas e e-mails dirigidos ao grupo, já depois do atentado.
Se o grupo tivesse decidido lançar o CD na altura prevista, haveria outra espantosa coincidência: a impressão da capa estava marcada justamente para o dia do atentado. Foi com um telefonema de última hora que a impressão foi parada.
No entanto, a decisão de não lançar a gravura original -das torres em chamas- foi complicada, já que o fundador do grupo, Boots Riley queria manter a imagem, mesmo depois de saber da tragédia.
Na opinião de Riley, o desenho da capa pretendia ser "uma metáfora do Estado capitalista a ser destruído pelo poder da música". Mas entre os músicos, editora e distribuidora a decisão de mudar a gravura foi levada a cabo.
O nome do projecto de Zack pode parecer estranho, mas ele continua a mostrar a veia política que o caracteriza. Ele vem da frase “It’s better to live one day as a lion, than a thousand years as a lamb” ["É melhor viver um dia como um leão que mil anos como um cordeiro"] e foi tirada de uma foto do fotógrafo George Rodriguez que mostra um grafitti feito num violento bairro de Los Angeles.
Os Street Sweeper Social Club, que existem surpreendentemente desde 2006, editaram no dia 16 de Junho o disco de estreia continuando com o funk de Jon Theodore e a mensagem de intervenção que sempre caracterizou Boots Riley.
Episódio interessante quando os The Coup preparavam-se para lançar um CD que tinha na capa as duas torres gémeas do World Trade Center envoltas em chamas. Em primeiro plano apareciam os músicos com um detonador na mão.
A capa do CD dos The Coup tinha sido preparada antes de acontecer a tragédia nos EUA. O grupo tomou a decisão de substituir a capa do CD por uma imagem que não ferisse susceptibilidades.
A decisão foi tomada depois de uma chuva de telefonemas e e-mails dirigidos ao grupo, já depois do atentado.
Se o grupo tivesse decidido lançar o CD na altura prevista, haveria outra espantosa coincidência: a impressão da capa estava marcada justamente para o dia do atentado. Foi com um telefonema de última hora que a impressão foi parada.
No entanto, a decisão de não lançar a gravura original -das torres em chamas- foi complicada, já que o fundador do grupo, Boots Riley queria manter a imagem, mesmo depois de saber da tragédia.
Na opinião de Riley, o desenho da capa pretendia ser "uma metáfora do Estado capitalista a ser destruído pelo poder da música". Mas entre os músicos, editora e distribuidora a decisão de mudar a gravura foi levada a cabo.
Americanos sem dinheiro para "voltar" à Lua nem tecnologia para ir a Marte ponderam ainda abandonar a Estação Espacial Internacional

A queda da URSS e o avanço do imperialismo americano foi prejudicial para a evolução científica mundial. A questão da inovação tecnológica é central nas sociedades modernas e pós-modernas, estando geralmente associada ao desenvolvimento científico. Mesmo sem haver confrontos formais entre as duas potências então dominantes, manteve-se um clima de militarismo com forte ênfase na superação tecnológica. Observou-se até mesmo um certo retorno social destes pesados investimentos em tecnologia militar, principalmente através da aplicação de muitas das tecnologias intermediárias na melhoria dos bens de consumo.
“Os Estados Unidos reconheceram não ter dinheiro para regressar à Lua em 2020, tal como tinha sido programado na anterior Administração de George W. Bush. Por outro lado, missões tripuladas a Marte são também consideradas demasiado arriscadas.
As conclusões constam de um relatório preliminar elaborado por um comité independente de peritos encarregue pela Casa Branca de rever a estratégia da NASA. No documento diz-se ainda que, para avançar com as missões à Lua, a NASA terá de fazer um reforço muito grande do seu orçamento.
Além disso, a Administração de Barack Obama terá de tomar uma decisão difícil sobre o que fazer à Estação Espacial Internacional (ISS) e à frota dos vaivéns. O orçamento da agência espacial não chega para tudo e haverá sete anos de intervalo entre o actual vaivém e o próximo, o que dificulta a sobrevivência da estação. O comité técnico defendeu mais sete missões do vaivém até 2015.”
In Diário de Notícias.
A queda da URSS e o avanço do imperialismo americano foi prejudicial para a evolução científica mundial. A questão da inovação tecnológica é central nas sociedades modernas e pós-modernas, estando geralmente associada ao desenvolvimento científico. Mesmo sem haver confrontos formais entre as duas potências então dominantes, manteve-se um clima de militarismo com forte ênfase na superação tecnológica. Observou-se até mesmo um certo retorno social destes pesados investimentos em tecnologia militar, principalmente através da aplicação de muitas das tecnologias intermediárias na melhoria dos bens de consumo.
É incrível como, entre 1969 e 1972, a NASA programava uma nova missão à Lua de seis em seis meses. Mas, Bush comunica em 2004 que, são necessários 10 anos para mandar uma nova missão tripulada à Lua. Antes, demorava seis meses para mandar o homem à Lua e, agora, com toda a tecnologia disponível, vai demorar 15 anos? 30 vezes mais tempo? Será que a tecnologia aeroespacial regrediu da década de 1960 para cá? Ou será que a tecnologia tenha aumentado tanto que, para utilizar toda a tecnologia existente actualmente, demora-se mais tempo para programar uma viagem desse porte? E agora a NASA afirma que irá desistir de todo o projecto aeroespacial? Já não há necessidade de mostrar ao mundo o avanço tecnológico dos Estados Unidos, a não ser o militar..
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